domingo, 19 de julho de 2009

Meu Barco...




Tem dor que é pra gente carregar sozinho
E não dividir o pranto com ninguém
Por isso me deixa só nesse cantinho
Só eu sei pra minha dor o que convém
O pranto que rola tão forte no meu rosto
Você não vai entender, nem enxugar

Só eu sei de onde vem esse desgosto
Até onde essa dor vai me levar
Conheço esse mar...
Deixa meu barco, eu aprumo....
Eu chego até lá...
Estou remando...
Hora ou outra

Sinto os braços pesados,
Cansados,
Em cãibras...
A respiração acelerada
Já descompassada,
O suor na testa...

Nas mãos calejadas
As marcas
Do tempo gasto nos remos..
Olho para o infinito oceano
E vejo
Que ainda há muito a desbravar,
Muitas águas a navegar...

Fecho os olhos...
Tento buscar forças
E continuar a remar.

domingo, 5 de julho de 2009

Toda escolha...


É preferível nada dizer,
do que depois ter de se arrepender.
Dá mais coragem pra se viver,
quando não há mais nada a perder.
Todos os dias se tem um motivo pra entristecer,
gente a quem se nega o valor.

Como um sonho que não vingou,
cada história me diz algo sobre quem a contou.
Não há um destino a cumprir,
toda escolha diz quem eu sou.
***__________***

"Não faço pra te aborrecer
Nem eu me entendo direito
Meu jeito não dá pra prever
Às vezes dá defeito

Não tô triste nem tô "deprê"
Apenas estou sossegado
Não há o que esclarecer
Não há nada errado

Às vezes o silêncio tapa os buracos
E o amor prossegue intacto
Já sei o que vai me dizer
"Você é muito enigmático"
Tem toda razão, pode crer
Não sou nada prático

Mas deite aqui perto de mim
Vamos acalmar num abraço
Gostar geralmente é assim
Nunca é sempre fácil
Às vezes o silêncio tapa os buracos
E o amor prossegue intacto "

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Silêncio....

VOCÊ PREFERIU FICAR COM MEU SILÊNCIO!!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Quanta saudade...


Oi, quanta saudade!
Tua voz é a melhor coisa na cidade
Oi, tudo bem...

Oi, eu tava esperando
Pra contar que sonhei com você me carregando
Oi, foi demais foi

É tão bom ter alguém que te telefone
Pra saber como foi o dia
É uma luz é uma coisa que não tem nome

É minha paz, minha alegria
Oi, vê se vem pois

Eu preciso de você do meu lado
Bem melhor quando você
Está por perto, perto

Oi, eu tava esperando
Pra contar que sonhei com você me iluminando
Oi, foi demais foi

É tão bom ter alguém que te telefone
Pra saber como foi o dia
É uma luz é uma coisa que não tem nome

É minha paz minha alegria
Oi, vê se vem pois

Eu preciso de você do meu lado
Bem melhor quando você
Está por perto, perto

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Tudo que sou...


Aceite-me como eu sou.
Não venho com garantia...
nem tenho a pretensão, de ser alguém perfeita.
Toda a perfeição não posso ter.
Eu sou como você: sou da espécie humana, sou capaz de errar.
O erro não é falha de caráter,
errar faz parte da Natureza Humana.
Eu vivo. Eu sorrio. Eu também aprendo!
Meu conhecimento é incompleto.
Estou na busca o tempo todo,
nas horas acordadas e nas horas de sono.
Eu tenho um longo caminho a ser percorrido,
assim como você também tem.

Aprendemos nossas lições pelo caminho.
Atingiremos a Sabedoria.
Assim, por favor, aceite-me como sou!
Porque eu sou só eu. Apenas eu.
Não há ninguém igualzinho a mim no mundo.
Esta é a única garantia que dou.

É assim que eu me sinto.
Eu tenho um coração.
Abra-me e veja-o!
Por favor , cuide bem dele.
Ele é tudo que eu sou......Apenas eu.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A queda...

"Ainda não sei o que se faz às palavras que ficam por dizer.

Mas sei que depois de muito me questionar e das tuas atitudes,

que um sonho não vale a queda do despertar!

Ás vezes as pessoas são momentos breves que desiludem."

terça-feira, 19 de maio de 2009

Meus conjuntos...


Entender-me não é tão fácil como dois e dois são quatro.
Mas também não é tão complicado como uma expressão numérica, aritmética, logarítimos.

Minha matemática não é deste mundo.
Não armo e efetuo números, mas adiciono e diminuo palavras.
Meus conjuntos são de letras.

Minhas expressões são verbais.
Sou intensa ao quadrado.
Emoções sem frações!
Boca, tens boca para me saborear?
Olhos, tens olhos para os meus afagos?
Ouvidos, tens ouvidos para os meus murmurios?
Mãos, tens mãos para recompor ternura?
E sol, tens sol eterno?
Eu sou a cera que se derrete
nesta mente agitada que se torna cúmplice, numa ousada caminhada, mas que arde sempre até ao fim.